PDDU amplia a degradação ambiental em Salvador


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Será este o destino de Salvador?

Ao destacar a simbologia do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, o vereador Gilmar Santiago (PT) alertou para o fato de que o projeto do novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador é uma aposta em um modelo de desenvolvimento com ampliação da degradação ambiental na cidade. “As diretrizes do PDDU abrem a possibilidade da Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo (Louos) ampliar os gabaritos de construção em toda a orla atlântica”, observou.

Gilmar alertou, também, para a ausência de um Plano de Saneamento Ambiental na terceira capital mais populosa do país, lembrando que o destino dos resíduos sólidos e a política de drenagem das águas pluviais têm relação direta com a proteção de encostas.

O vereador é autor de emendas à lei da Política de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Salvador, tornando obrigatório o ensino da matéria Educação Ambiental na rede pública municipal; inserindo representante das universidades no Conselho Municipal de Meio Ambiente; e estabelecendo o prazo de cinco anos de vigência das licenças ambientais. Outra emenda, não acatada, destinava 1% do orçamento da coleta de lixo para as cooperativas de catadores. Também é dele o projeto de lei, aprovado, que institui o 3 de junho Dia Municipal da Educação Ambiental.

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