Muhammad Ali foi um ícone na luta pelos direitos civis


O mundo perdeu mais um ícone da luta contra o racismo e em favor dos direitos civis com a morte de Muhammad Ali, sexta-feira (3), aos 74 anos. Nascido Cassius Marcellus Clay Junior, ao converter-se ao Islamismo tornou-se Muhammad Ali-Haj.

“Nenhum vietcongue me chamou de crioulo, porque eu lutaria contra ele?”, questionou, ao se recusar a servir, em 1967, como soldado no exército segregado dos EUA na guerra contra o povo do Vietnã. Por esse motivo teve o título mundial de boxe cassado e foi banido do esporte por três anos.

Conhecedor do Pan Africanismo, em 1974, no Zaire, foi aclamado como um lutador da África, ainda que seu oponente, George Foreman, também fosse negro.

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