Perseguição ao BRT é o samba de uma nota só do prefeito


Para o vereador Gilmar Santiago (PT), o prefeito ACM Neto (DEM) só usa um argumento para se dizer perseguido pelos governos do PT: o BRT. “É o samba de uma nota só. Uma promessa, que custa quase R$ 1 bilhão, feita por ele aos empresários de ônibus e que quer cumprir de qualquer maneira. De resto, Salvador nunca teve tantos investimentos em obras de mobilidade urbana, infraestrutura e habitação quanto nos governos de Lula, Dilma, Rui e Wagner”, afirmou o pré-candidato à prefeitura.

Gilmar sugeriu ao prefeito que faça como o governador Rui Costa fez em relação ao VLT do subúrbio, em vez de se queixar do governo federal foi em busca de parcerias privadas para viabilizar o projeto que vai modernizar os trens. “Para um administrador que se diz dinâmico e eficiente, o prefeito é dependente em excesso da exclusividade de recursos públicos para obras que poderiam ter a iniciativa privada como parceira”, avaliou.

As duplicações do HGE e do Roberto Santos, as novas avenidas Pinto de Aguiar, Orlando Gomes, Gal Costa e 29 de Março, os estádios de Pituaçu e da Fonte Nova, os complexos viários do Imbuí e 2 de Julho, a Via Expressa, as alças da Avenida Luis Eduardo e o Curralinho, as vias marginais da Paralela, o Metrô, as moradias em bairros populares, as encostas em áreas de risco e a requalificação de uma centena de ruas no Centro Antigo são algumas das obras dos governos federal e do estado em Salvador, enumeradas por Gilmar. “Perseguição foi o que fizeram com a senadora Lídice da Mata quando prefeita da cidade e que a Bahia corre o risco de sofrer em um eventual governo de Michel Temer e Eduardo Cunha, com apoio de ACM Neto”, alertou.

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