Símbolo de Salvador e do estado, a baiana de acarajé tem que ser valorizada pela Prefeitura


Ao saudar o 25 de novembro, Dia da Baiana do Acarajé, o vereador Gilmar Santiago (PT) aproveitou a data para cobrar da Prefeitura de Salvador a regulamentação da comida de rua tradicional. “O prefeito foi rápido na regulamentação do food truck, mas não tem a mesma pressa com as baianas de acarajé, mingau, beiju e outras iguarias típicas da tradição da população negra, desde a época dos escravos de ganho”, falou, destacando que a data também é o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.


Citando dados da Associação das Baianas de Acarajé e Vendedoras de Mingau (Abam), Gilmar lembrou que de São Tomé de Paripe à Praia do Flamengo existem 550 baianas, mas apenas 80 têm licença e nos grandes eventos elas são retiradas de seus pontos. “Há cerca de 300 anos as baianas estão presentes nas ruas de Salvador e o poder público precisa valorizar essa atividade”, disse o vereador.


“O ofício das baianas foi reconhecido nos governos do PT. Em 2005, no governo Lula, pelo federal por intermédio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN); e em 2012, no governo Wagner, pelo estadual por intermédio do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC). A Baiana de Acarajé é Patrimônio Cultural e símbolo da Bahia”, destacou o vereador.

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