Movimentos da Juventude reivindicam políticas públicas com a cara dela e o fim da violência contra o


A juventude quer participar da elaboração das políticas públicas dirigidas a ela, para que essas políticas tenham a cara da juventude. Esta foi a principal reivindicação dos participantes da audiência pública ‘Políticas púbicas com a cara da juventude’, promovida pela mandato do vereador Gilmar Santiago (PT), segunda-feira (3), no auditório do edifício Bahia Center, um anexo da Câmara Municipal, no Centro de Salvador.

Representantes de entidades estudantis, movimentos negro e da juventude também protestaram contra a violência e extermínio que atingem majoritariamente a juventude negra de Salvador. “É urgente ter políticas públicas para este segmento da população”, afirmou Gilmar, diante do fato de Salvador ser uma das metrópoles com índices mais altos de mortalidade da juventude e, ao mesmo tempo, a capital nacional do desemprego, onde o jovem tem a maior dificuldade de inserção.

O Estatuto em Defesa dos Direitos da Juventude em Salvador (PL 31/13) foi desarquivado por Gilmar Santiago em 2013 – a proposta original é da ex-vereadora Marta Rodrigues (PT). A Comissão de Constituição e Justiça deu parecer contrário, mas pode haver um novo entendimento, a depender de um acordo de líderes. A audiência teve como objetivo colher mais ideias para aperfeiçoar o projeto e debater, também, a Conferência Municipal da Juventude, a ser realizada nos dias 1º e 2 de setembro próximo.

Foram debatedores o coordenador de Juventude do Estado, Jabes Soares; a dirigente da União das e dos Estudantes da Bahia (UEB), Musa de Oliveira; a coordenadora do coletivo Enegrecer, Bruna Rocha; o dirigente do Conselho Estadual da Juventude (Coejuve), Agnaldo Almeida; e a coordenadora do movimento Desabafo Social, Monique Evele.

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